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Miami Secrest #Capitulo 15#

por Silver Sky, em 28.09.13

Mansão dos Adams, 15:45h

Lexie estava no seu quarto deitada na cama a ver uma revista de moda, considerando comprar um lindo vestido vermelho. Mas de repente alguém bate à porta e ela manda entar, mas fica surpreendida ao ver Thomas a entrar no quarto.

- O que fazes aqui? – pergunta ela levantando-se rapidamente.

- Como é que  fos-te capaz de publicar fotografias minhas nu, em quase todas as revistas? – pergunta Thomas furioso.

- Isso chama-se vingança, meu querido….não pensavas que gozavas com a minha cara e saias ileso…sem te acontecer nada. – responde Lexie, com um ar sério.

- Pensei que tinhas crescido. Que tinhas parado com os teus planos infantis.

- Pois eu cresci. Mas tu…pelos teus actos parece que não. – diz Lexie, muito segura de si. – Agora se não te importas, sai do meu quarto. Sai da minha vida.

- Eu saio. E não te preocupes esta é a última vez que me vês….vou para a Suiça. Vou ficar por lá. – diz Thomas saindo do quarto.

- Já deverias ter ído à mais tempo. – murmura Lexie, voltando-se a deitar na cama.

 Apartamento do Zack Blackwell, 16:30h

Mary pára a frente da porta e bate uma, duas…e finalmente Zack abre a porta.

Estava de tronco nu, só com um boxers pretos.

- Ainda estavas a dormir? – pergunta  Mary.

- Não, acordei…agora mesmo. – diz Zack com uma voz atrapalhada e surpreendida com a visita de Mary.

- Bem…eu precisava de te contar uma coisa. – diz Mary

- O que? – pergunta ele continuando nervoso.

De repente Mary ouve uma voz feminina.

- Hei, querido. Quem é? – pergunta a voz femenina.

Mary intigrada, pergunta-lhe:

- Quem é que está aí contigo, Zack?

- Ninguém, não é ninguém. – responde ele atrapalhado.

Mary não acredita na sua resposta. Zack estava mentir, essa era a verdade. Sem hesitar a “MORENA” abre a porta e dá de caras com uma rapariga deitada no sófa semi-nua.

- Quem é esta? – pergunta Mary, olhando para a rapariga com um total desprezo, tentando não chorar.

- Quem és tu, pergunto eu. – diz a rapariga, cheia de mania.

- Eu posso explicar, Mary. – diz Zack

- Vai-te lixar. – diz Mary saindo do apartamento.

- Mary, espera. – grita Zack, mas não adianta de nada. Mary não pára, não olho para trás. Só se limita a entrar no elevador.

Apartamento Smith, 20:00h

 Audrey estava na sala de estar a jantar com a sua família. E como sempre Elizabeth Smith falava pelos cotovelos, não dizendo nada de jeito, nada de importante, falando só de compras, de spas, de festas e claro de fofoquices. Jack Smith como sempre estava a jantar calado, sossegado. Já Scott dizia as suas piadas mais secas e aborrecidas, tentando-se meter com a irmã. Enquanto Audrey estava calada, a pensar sobre aquilo que ela tinha feito à tarde. E se tive-se dado certo ou errado? Por um lado ela queria que tive-se dado certo, mas por outro ela preferia que não.

- Querida, está tudo bem? Pareces pensativa… - diz Elizabeth.

- Sim, está tudo bem. – responde com um sorriso.

- E como foi o teu dia? O que fizes-te? – pergunta a mãe, tentando fazer conversa.

- Não fiz nada de especial…fiquei por casa. – responde Audrey dando um gole na sua água.

- Tinhas-me dito que para a próxima levava-te comigo para o spa. – diz a mãe metendo uma garfada de arroz à boca.

- Ok. Pode ser que fique para a próxima. – responde Audrey a sorrir. De seguida o seu telemóvel toca e ela agarra nele para ver quem era.

E Audrey fica em choque quando viu que mesangem era de JOHN FOX .

De: John Fox

Para: Audrey Smith

"Hei, bonequinha de plástico. Era só para dizer que o teu plano fallhou. Mas não fiques triste. Eu não me esqueço de ti. Vai haver troco."

Audrey logo percebe que o seu plano fallhou, que estava tramada. Uma guerra estava a começar em Miami.

- Está tudo bem, maninha? – pergunta Scott, notando o ar  inquieto de Audrey.

- Sim, está. Posso me levantar? – pede permissão.

- Sim, claro querida. – responde Jack com um sorriso.

Audrey rapidamente se levanta e sai da sala.

South Beach, Miami, 21:15h

Mary estava a caminhar pela praia, descalça, com os sapotos na mão, enquanto olhava para o mar, observando as enormes ondas que se formavam lá no fundo, ao pé do horizonte. Mary estava furiosa, irritada, chateada. Como é que Zack foi capaz de fazer uma coisa daquelas?! Ela confiava nele, pensava que ele fosse seu amigo, ou melhor que ele fosse diferente de todos os rapazes. Mas Mary enganou-se, Zack não passava de um imbecil, de um traídor, de um cobarde e de um mentiroso, como todos os outros. Porém ela não estava a chorar, o que era estranho. Em vez de sentir o seu coração partido em pedacinhos, sentia raiva. Isso só poderia dizer uma coisa ela não o amava.

De repente ela apercebe que um homem lhe estava a tirar fotografias…era um paparazzi.

Mary irritada, caminha na direcção do paparazzi e sem dizer nada agarra na camera dele e atira-a para o chão, partindo-a.

- Hei, qual é a tua? Maluca!. – diz o paparazzi chocado.

- Baza daqui. Se não queres ficar sem dentinhos, palhaço. – diz Mary numa voz fria e o paparazzi agarra a sua camera e vai-se embora.

Olá caros leitores….

Daqui SECRET GIRL a vossa fonte de informação mais segura sobre a elite de Miami...

Apanhada: Lexie Adams conseguiu aquilo queria, conseguiu humilhar Thomas Twink e fazer com que ele fosse embora de Miami. Parece que este menino vai passar algum tempo na Suiça. Por outro lado as nossas queridas e adoradas Emma e Beatrice fizeram as pazes. Que fofas!São mesmo melhores amigas…quem diria. Já Audrey tentou tramar o Bolseiro, mas parece que o plano falhou. Agora se fosse a ela preocupava-me, porque conhecendo um rapaz como John Fox ele não vai deixar passar isto em branco….cuidado fofa. E Mary tanto foi apanhada a sair da Mansão Twink pela tardinha, como apanhou Zack Blacwell com outra rapariga… probrezinha. Mas querida os paparazzis não teêm culpa, só estão tentando ganhar a vida.

É tudo por agora (SECRET GIRL)

( Uma foto de Mary a caminhar pela praia sozinha, de Emma e Beatrice muito bem dispostas as compras e claro uma foto de dois policiais a sair da casa de John sem sorte nenhuma)

Mansão dos Adams, 10:00h

Lexie estava a tomar o pequeno-almoço na sala (cereais, um sumo de lanranja e uma torrada), enquanto falava com Audrey ao telemóvel.

- O que te deu na cabeça para denunciares o John, Audrey? – pergunta Lexie dando uma trinca na sua torrada.

- Eu queria dar-lhe uma lição, ok?! – responde Audrey do outro lado.

- Porque? O que é que ele te fez afinal? – pergunta Lexie mas não recebe resposta. – Isto tudo foi porque gostas dele? E ficas-te irritada quando descobris-te que ele era um traficante?

- Claro, que não. Eu não gosto do John. – responde imediatamente Audrey, mas de uma maneira nada convicente.

- Porque não admites logo de uma vez por todas que gostas dele. – diz Lexie bebendo o seu sumo.

- Porque não há nada para admitir. – diz Audrey resmungando.

- És péssima a mentir, amiga, sabias. – diz Lexie com um risinho.

-Olha desculpa mas eu vou ter que desligar. Eu tenho aula extras de frances. – diz Audrey desligando o telemóvel.

- Quando a conversa não te agrada foges. Tipico. – murmura Lexie para os seus botões, olhando para o seu telemóvel.

De repente Mary aparece na sala com uma cara ainda ensonada.

- Bom dia. – diz Mary sentando-se e tirando uma torrada.

- Bom dia. Estas bem? Eu já soube o que aconteceu com o Zack, lamento querida.

- Pois, mas eu não lamento. E não quero falar mais nesse pallhaço. – diz Mary dando uma trinca na torrada.

-Ok, como queiras. Mas o que estas a pensar fazer hoje?– pergunta Lexie bebendo mais do seu sumo.

- Estou a pensar ir a casa dos meus pais, buscar umas coisas minhas. – diz Mary colocando sumo no seu copo e bebendo. -  E tu?

- Estou a pensar em celebrar a minha vingança como deve ser. – diz Lexie com um sorriso.

- Fazes bem, amiga. – retribui Mary com um sorriso envegonhado.

Hotel Peterson, Suíte de Emma e Beatrice, 12:00h

Beatrice estava no seu quarto a arroma-lo, fazendo a cama, compondo a sua estante de livros ou melhor dos poucos livros que tinha, quando ouve alguéma bater a porta. Ela apreçadamente sai do quarto e dirije-se logo até à porta abrindo-a, ficando surpresa quando vê que é Lwis.

- Olá, miúda. – diz ele com um sorriso dando-lhe um beijo.

- Olá. – diz ela também a sorrir. – Entra. – diz Beatrice saindo da frente e deixando Lwis passar.

- Bela suite. – diz ele ainda a sorrir.

- O queres? O que estas aqui a fazer? – pergunta Beatrice curiosa.

- Pensei que podíamos passar a tarde juntos…a ver filmes. – diz ele com um sorriso envergonhado, mostrando os DVD’s. – O que achas?

- Parece ser uma boa ideia….por que não te põens à vontada enquanto eu vou lá dentro buscar pipocas e uma bebidas. – diz Beatrice saindo da sala.

Lwis senta-se no sofá e começa a escolher um DVD para verem. De seguida aparece Beatrice com as pipocas e com as bebidas, colocando-as na pequena mesa, junto ao sofá.

- O que preferes? Romantico ou terror. – pergunta  Lwis com um pequeno sorriso.

- Sem dúvida terror. – responde ela com um sorriso, passando-lhe uma lata de coca-cola.

- Foi o que achei. – diz ele com um sorriso.

Acquamare Restaurant, 13:00h

Emma e James estavam a almoçar numa mesa com uma bela vista para o mar. James finalmente conseguiu arranjar corangem para convidar Emma para sair. E até aqui as coisas estavam a correr lindamente. Muintas gargalhadas e sorrisos que segnificavam mais que uma resposta a uma boa piada. A verdade é que James estava a conseguir entrar no coração de Emma. E esta menina bem já precisava de um rapaz decente, que a ama-se verdadeiramente e que a fize-se feliz.

- Então, estas a gostar? – pergunta James com um sorriso.

- Sim, estou. Para dizer a verdade já algum tempo que não saia assim…com um rapaz. – responde Emma com um sorriso envergonhado.

- Eu sei. Quero dizer eu fiquei a saber da tua história com o professor Richard Brown. – diz James, comendo o seu gelado de morango.

- Eu sei no que estas a pensar, mas… - Emma é imediatamente interrompida por ele.

- Eu não te sensurro, Emma. Não és a primeira nem vais ser a última pessoa a cometer erros.

- E tu? Qual foram os erros que tu cometes-te? Posso saber? – pergunta Emma comendo seu gelado de chocolate.

- Claro…Eu uns anos atrás numa festa fiquei bêbedo e acabei por roubar um carro. – diz ele a sorrir.

- E isso foi a onde? – pergunta Emma rir.

- Na Europa. Espanha.

- Hum…então quer dizer que falas espanhol. – deduz Emma com outro sorriso.

- Só um bocadinho. – responde James a sorrir também.

- E agora outra coisa? – pergunta Emma com uma car mais séria.

- O que? – diz James.

- O que é que a tua mãe acha da nossa aproximação? – pergunta Emma, olhando para James.

- Claro que ela não gosta… - diz James com uma cara séria. – Mas ela também não tem de gostar. O que importa é que eu goste… - James olha para ela. – E acredita eu gosto de ti, Emma. – acaba por falar, finalizando com um doce sorriso.

Emma meia envergonhada, não saber o que dizer ou fazer, retribui-lhe o sorriso.

Apartamento Garrett, 15:39h

As portas do elevedor abrem-se e Mary quando sai, dá de caras com Silvy, que fica contente por a ver.

- Menina Mary. – saúda Silvy com um sorriso. – O que esta aqui a fazer? Decidiu voltar para casa?

- Não. – diz Mary. – Vim só buscar umas coisas minhas. Agora se me dás licença, tenho mais que fazer do que perder o meu tempo a falar contigo. – Mary vira-lhe as costas e vai-se embora.

- Sempre bem disposta. – diz a empregada ironicamente, voltando para o trabalho.

Mary estava a passar pelos quartos dos seus pais, quando ouviu alguém a chorar. Ela abre a porta e vê a sua mãe sentada no chão, a chorar.

- Mãe?! O que aconteceu? – pergunta Mary aproximando-se dela. – Algum problema com Jason Twink?

- Nós acabasmos tudo. Mas não é isso, querida. – diz Emily, continuando a chorar.

- Então o que foi? O que aconteceu? Estas a deixar-me preocupada. – diz Mary ajoelhando-se junto à mãe.

- O teu pai pediu-me o divórcio. – responde ela tentando recompor.

- O que?! Porque?!... – pergunta Mary chocada com a noticia. – Quero dizer, para vocês trair não era na boa?

- Sim. Mas o teu pai fartou-se disso. E o pior, querida é que o amo-o…ama-o o mesmo. Não quero que este casamento acabe, não quero que a nossa família se separe. – aquelas palavras paraciam ser verdadeiras.

Mary a olhar para a mãe teve pena, compaixão. Ok, que ela cometeu erros. Mas era mãe dela. E pelos erros que ela tenha cometido, Mary não conseguia deixa-la de a amar. Porque toda a gente comete erros e Mary não é excepção.

- Mãe, calma. Eu prometo que vou resolver isto. A nossa família não se vai dividir. – diz Mary agarrando na mão de Emily, tentando reconforta-la.

 Colégio Santiago/ Aula extra de Frances, 16:00h

Audrey estava sentada no fundo da sala de aula, com o seu livro de francês aberto à sua frente mas não estava a prestar atenção aquilo que a professora estava a dizer. Ela não parava de olhar para o relógio que estava pendurado na parede da sala de aula. Só estava naquela sala à cinco minutos e já parecia uma eternidade. A única coisa que ela queria era sair dali. Audrey não percebia porque estava a ter aquelas aulas extras. Para ela este castigo era muito severo, para alguém que so tinha faltado algumas aulas e tinha tirado alguns “maus” nos testes. Mas a directora disse que era uma maneira de recuperar a matéria perdida, porque pelos vistos ela estava bastante atrasada no que toca a escola em relação aos seus colegas. Porem Audrey não queria saber. O lema dela é viver o presente, fazer o que aptecer, independentemente qual for a coisa, o motivo, as horas e o sitio….o que interessa é fazer o que quiseres. E para Audrey o presente dela era divertir-se em festas, e muitas compras. De repente um polícia bate à porta da sala de aula que estava entreaberta.

- Posso ajuda-lo? – pergunta a professora confusa e surpreendida com a visita do polícia.

- Gostaria que a menina Smith me acompanha-se até o seu cacifo. – responde o policia e todos os olhares dos colegas de Audrey caiem sobre ela.

- Sim, está bem. – responde a professora. – Audrey podes sair. – diz depois olhando para Audrey que estava confusa mais do que qualquer pessoa.

Audrey rapidamente arruma as suas coisas e sai da sala, acompanhando o polícia até o seu cacifo.

- Pode me dizer qual é o motivo, porque quer ver o meu cacifo? – pergunta Audrey parando a frente do seu cacifo.

- Abra apenas, menina. – responde o policial de uma orma formal.

Audrey marca o código no cadiado e o cacifo abre-se. De seguida ela afasta-se e o polícia começa a vasculhar o seu cacifo.

- Desculpe, mas a única coisa que vai encontrar aí,é batons, livros, e outros produtos de beleza. – diz Audrey com um sorriso enquanto o polícia vasculhava.

- Parece que não. – responde o polícia tirando de dentro do cacifo um saquinho com qualquer coisa branca lá dentro.

- Eu não sei o que é isso. – diz Audrey surpreendida e confusa.

- A mim parece-me cocaína. – responde o policia com o saquinho na mão observando-o.

- Isso não é meu, juro. – diz Audrey aflita.

- Mas estava no seu cacifo….

- Mas… - Audrey é interrompida pelo policia.

- Menina Smith, você está detida. – diz o policia olhando para ela.

Martini Bar, 19:00h

Lexie estava sentada junto ao balcão do bar, a beber um copo de vodka, bastante contente e alegre. A sua vida estava a correr bem, ela tinha conseguido tirar Thomas da sua vida para sempre. Lexie tinha feito algo de novo, diferente e como é claro ela só queria festejar essa vitória e sua nova faceta que à pouco tempo tinha descoberto. E hoje seria uma noite de celebração, com ou sem amigas ela ia festejar até “ cair para o lado”.

De repente um empregado de bar aparece e dá-lhe uma bebida.

- Desculpa, mas eu não pedi nada. – diz ela com um sorriso.

- Aquele jovem senhor ofereceu. – responde o empregado de uma maneira formal,olhando para trás.

Lexie curiosa por saber quem lhe tinha oferecido a bebida segue o olhar do empregado e fica de “boca aberta”, quando vê que era nem mais nem menos que Paul Sawn, o jovem mais rico de L.A.

- Aquele senhor ali? – pergunta faltando-lhe as palavras, olhando fixamente para Paul.

- Sim, menina. – responde o empregado, indo-se embora.

De seguida Paul Sawn levanta-se da sua mesa e caminha na direcção de Lexie.

- Dá-me a honra da sua companhia, menina… - diz Paul com um sorriso, á espera que Lexie disse-se o seu nome.

- Lexie…Adms. – responde nervosa gaguejando.

Paul com um sorriso senta-se ao pé dela e ambos começam a falar, ou melhor Paul começa a falar enquanto Lexie tentava recuperar daquele maravilhoso choque.

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publicado às 23:21




Caindo das Estrelas

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