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Como já  devem ter percebido esta história é sobre super-heróis. Por isso, vou usar muitas referências de super-heróis e vilões conhecidos por vocês (ou não). Só espero que gostem.

p.s. não fiz a revisão do texto, por isso, qualquer erro que encontrem, sorry.

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De repente ouvimos uma sirene de ambulância, que era nem mais nem menos que o aplicativo que Óscar tinha instalado no computador, que dava sinal quando algum crime estava acontecer na cidade. Uma engenhoca muito útil no combate contra o crime, que me obriga a tirar o chapéu ao meu irmão super-nerd (apesar de que em todas as histórias de super-herois, existe sempre um nerd qualquer que inventa aplicativos como estes para ajudarem os super-herói protagonista).

- Qual é o problema? – perguntei imediatamente ao meu irmão com meu típico ar sério de super-heroína.

- Um desacato entre gangues de Venice no bairro do hospital. – respondeu Óscar, verificando aas câmaras de tráfego da cidade no computador.

- Meninas, equipem-se. Hora de chutar alguns rabos criminosos asquerosos! – ordenei com a minha voz rouca e sombria de super-heroína ( e não, não estou a imitar o meu priminho, ele é que me imita a mim!).

JennyQuick colocou os seus óculos tecnológicos que se transformavam num típico fato de super-heroí. O fato de Jenny era amarelo e preto, com uma máscara amarela e um raio preto desenhado no peito (super badass, como podem imaginar). Kiera usou a sua pulseia mágica, ou devo dizer alienígena, porque mágica não tinha nada. A pulseira de Kiera também se transformou num típico fato de super-heroí. Amarelo e branco, com uma capa amarela e um “K” branco desenhado no peito. Não usava máscara, o que era estupido, porque assim toda a gente ia saber quem ela era. Mas Kiera não se importava, porque ela queria se tornar numa estrela, o problema é que ela não iria só atrair fama, também iria atrair vilões com sede de vingança. Mas tente explicar isso a Kiera. É mais fácil ensinar um problema de matemática a uma criança e acreditem eu sou péssima a matemática. Por fim, eu também acabei por me equipar. Sem objetos super-tecnologicos ou alienígenas, eu equipei-me à moda antiga (da forma como um simples ser humano se veste). Vesti umas Jeggins azuis (tenho que estar mais confortável possível, para dar uma surra nos criminosos), um colete preto à prova de balas (porque eu não sou de aço, como certas pessoas, entendem? E depois ainda dizem que tem fraquezas! Francamente. Tentem lutar o crime sem nenhum super-poder e depois venham falar comigo!). Ok, desculpem. Desviei-me um pouco do assunto. Mas existem pessoas que me irritam profundamente! Mas continuando, calcei as minhas botas de combate e para dar um ar mais de fashon coloquei uma mini capa amarela aos ombros, que prendia com um lindissomo broce de prata em formato de flecha (foi o Óscar que mo deu). Não tinha máscara, mas também não importava, porque o capuz da minha capa amarela escondia-me a cara.

Enfim estávamos prontas para ação!

- Boa sorte, meninas. E se precisarem de alguma coisa, eu estarei no intercomunicador. – falou Óscar com um ar nervoso. Ele sempre ficava assim quando íamos lutar contra algum bandido. Deveria ser preocupação de irmão mais velho. O que eu acho fofo, mas não lhe digo nada. Não quero que o meu maninho pense que sou uma sentimental, percebem? É porque eu tenho que ser a durona do grupo. Se não for quem vai ser?

- Como sempre. – falou Jenny com um sorriso. – És como se fosses o nosso anjo da guarda.

Oh, por favor! Que tanta lamechice. Mas Jenny era assim, cheia de mel e palavras fofas. Por isso, já estão a perceber, porque não pode haver duas pessoas sentimentalistas e fofas no grupo. Se isso acontecesse. Afogávamo-nos em mel.

- Obrigada, maninho. Mas nós não precisamos de sorte. – disse eu, colocando a mão no ombro dele.

- Não foi isso que aconteceu da última vez. – respondeu ele com um sorriso provocador.

Ignorei o comentário trocista do meu irmão e com um ar de duronas saímos do barco em câmara lenta com um andar a super-heroí.

continua...

Olá...aqui está a continuação do capítulo 1. espero que gostem bjs

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publicado às 15:24




Caindo das Estrelas

"Caindo das Estrelas" é o meu primeiro livro. Quem estiver interessado e quiser ler passe no site artelogy.com Obrigada