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Olá. Eu sei que não tenho andado muito ativa no blog, mas agora não tenho tido mesmo tempo para nada. Como podem adivinhar vou postar um novo capítulo e como não sei se vocês leram o capítulo anterior, fica aqui o link para lerem ou relerem: http://storiesandcoffee.blogs.sapo.pt/speedy-the-yellow-arrow-gangs-de-150684 

Agora vamos ao novo capítulo

Como já  devem ter percebido esta história é sobre super-heróis. Por isso, vou usar muitas referências de super-heróis e vilões conhecidos por vocês (ou não). Só espero que gostem.

p.s. não fiz a revisão do texto, por isso, qualquer erro que encontrem, sorry.

Ao chegarmos ao local do desacato, salto da minha vespa amarela (lindíssima) e subo para cima de um carro. Sem perder tempo, puxo por uma flecha que explode no ar e os dois gangues param e olham para mim, preparando-se para disparar contra mim, mas Jenny é mais rápida (como se ele fosse lenta!) e tira-lhes as armas todas.

- Ninguém se mexe! – disse com uma voz rouca e firme ( uma voz típica de super-herói, estão a ver).

Três deles  ( completos idiotas) desatam a correr. Eu uso uma das minhas flechas armadilhas e apanho um. Kiera  voa na direção de outro e apanha-o no ar, deixando-o cair em cima de uma árvore. Jenny usa a sua supervelocidade e faz cair o terceiro, que se estardalha-se ao comprido no chão, o que me fez rir bastante (confesso).

- Vocês são surdos ou só simplesmente idiotas? – perguntei depois com uma voz autoritária.

De repente um dos gângsteres que eu reconheci ser Dino, o líder do gangue, OS COIOTES começou a rir.

- Qual é a piada, idiota? – perguntei-lhe num tom ríspido e arrogante.

- Vocês. – respondeu ainda a rir. – Se pensam que nós temos medo de vocês, estão muitíssimo enganadas. Vocês não passam de umas chiquitas idi…

Sem deixar Dino terminar a frase puxo por um flecha e acerto-lhe bem no meio do peito. Dino cai morto no chão e todos (incluindo Jenny e Kiera) olharam ápticos para mim.

- Alguém mais quer armar-se em macho latino com excesso de testosterona. Ainda tenho muitas flechas por usar. – falei em seguida com um olhar ameaçador e uma expressão desafiador.

Os dois gangues abanaram as cabeças e saíram a correr do bairro.

- Speedy, Quick girl, K girl, a polícia está a ir para aí. Chega aí em cinco minutos. – disse Óscar depois no intercomunicador.

- Entendido, super-nerd. – respondi.

- Já te disse para não me chamares isso! – respondeu do outro lado com uma voz furiosa.

 

Depois de ter feito a minha corrida habitual (não que goste muito de correr, mas tenho que manter a forma, porque não é propriamente fácil saltar prédios e correr atrás de vilões quando se tem uns quilinhos a mais), entro no Arrowboat, que se encontrava às escuras. Estranho. Pensava que eles estavam aqui? Desligo a música do meu ipod e ligo as luzes. Sentados no sofá velho do barco, encontravam-se, Óscar, Jenny e Kiera com umas caras de caso. Só queria dizer uma coisa. Vinha aí sermão.

- Isto é uma espécie de intervenção por eu ter matado aquele tipo? – perguntei-lhes, tirando do mini-frigorifico uma garrafa de água e bebendo.

- E dizes isso com essa naturalidade toda?! – questionou Kiera com um ar chocado.

- Ele era um tipo mau. Um gângster. Não sei qual é o problema?!

- Já falamos sobre isso, Mina. Todos as vidas importam. – falou dessa vez Jenny como se estivesse a explicar algo a uma criança.

- Mas ele é um vilão. E o nosso trabalho é livrar a cidade desse tipo de pessoas.

- Sim, mas aplicando a justiça. Nós somos heroínas não executores! – falou Jenny de novo.

- Eu sou uma vigilante. E se tiver que matar para manter a minha cidade segura, assim o farei! – respondi com uma voz firme.

- Tenho impressão que já ouvi alguém a dizer isso. – disse Óscar em seguida.

- Não te atrevas a comparar com o meu primo! Não te atrevas! – exclamei com um ar furioso.

- Se não queres ser comparada com ele. Age de forma diferente. Queres ser uma heroína ou uma assassina? – respondeu o meu irmão com uma expressão séria, levantando-se do sofá velho.

Bem, nunca tinha visto assim o meu irmão.  Era a primeira vez que ele me falava dessa forma ríspida. Eu sei, os irmãos mais velhos têm o habito de dar sermões. Mas Óscar nunca foi esse tipo de irmão. Bem até agora, parece que ele estava a mudar.

continua...

Espero que tenham gostado do capítulo. Não se esqueçam de deixar os vossos comentários. KISS. FELIZ DIA DAS BRUXAS

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publicado às 21:13


2 comentários

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De twilight_pr a 01.11.2017 às 15:43

Desculpa não ter lido o anterior, escapou-me completamente! Sinceramente, acho que ela fez bem, ou era isso ou acabava ela própria por ficar ferida ou algo assim.... mas entendo o que é que elas estavam a querer dizer e se querem ser uma equipa realmente têm de falar uns com os outros. Veremos como será agora a seguir ^^

Beijinhos :)
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De Silver Sky a 01.11.2017 às 22:44

olá....não faz mal....eu ultimamente não tenho andado muito ativa aqui no blog é normal...mas obrigada.

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