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Como já  devem ter percebido esta história é sobre super-heróis. Por isso, vou usar muitas referências de super-heróis e vilões conhecidos por vocês (ou não). Só espero que gostem.

p.s. não fiz a revisão do texto, por isso, qualquer erro que encontrem, sorry.

InkedNew Phototastic Collage_LI.jpg

 

Uma vez em Neptuno eu pude relaxar, ficando bêbada todos os dias. Mas não foi só isso que eu fiz na ilha. Eu comi, dormi (sou humana afinal de contas) e…treinei. Leram bem. Eu treinei. Ao inicio para aquecer comecei a caminha pela ilha, depois quando me senti mais à vontade arrisquei e corri a volta da ilha (não que fosse grande coisa, porque a ilha é pequeníssima, o que me fez pensar que nessa altura o meu pai já deveria estar com problemas financeiras, porque se não tivesse ter-me-ia comprado uma ilha maior e um unicórnio como eu lhe pedi). Mas esquecendo o meu patético pai, como estava a dizer corri, fiz musculação, bebi muita água de coco, comi muita fruta, fiz escalda para exercitar os músculos das pernas e dos braços, fiz mergulho (só para me divertir) e o mais importante de tudo…treinei arco com uma tribo de índios. Afinal eles moravam na ilha. Como podem ver para além de o meu pai ser um egocêntrico, empresário corrupto, era também um mentiroso. Porque disse-me que a ilha era minha e não havia ninguém a morar nela. Mentiroso do car*****. Adiante. Basta perder tempo a insultar o meu pai. Como estava a dizer treinei com os índios. Mas o meu encontro com eles foi insólito e aterrorizante. Numa noite eu vinha da minha corrida habitual quando sou apanhada por dois índios que começaram aos berros comigo e mesmo eu quisesse responder não conseguia, porque não entendia nenhuma palavra que eles diziam. Continuaram a gritar e acabei por entrar em pânico e tentei fugir, mas um deles acertou-me com uma flecha no rabo e eu perdi os sentidos. A flecha estava contaminada com um ansiolítico qualquer de origem herbanário. Horas depois eu acordei presa dentro de enorme caldeirão preto. À minha volta havia um grande grupo de índios famintos. Oh, boy! Eles vão-me comer! Foi o que eu pensei ao ver os seus olhares famintos fixados em mim. Não tendo nenhuma forma como fugir, fiz o que uma pessoa com medo e desesperada na minha situação faria. Comecei a chorar como uma madalena arrependida. Os índios olharam para mim como se fosse uma maluquinha e começaram a falar entre si. Eu só pensava que aquele era o meu fim até que…eles tiram-me do caldeirão. Pelo pouco que entendi, eles tiveram pena de mim e não gostavam de comer pessoas choramingas. Graças a Deus. Pensei eu aliviada. Como uma pessoa normal de perfeito juízo o meu instinto foi ir embora daquela ilha. Mas os índios mostraram-se simpáticos e convidaram-me a morar com eles. E como eu fui sempre uma pessoa que teve curiosidade de conhecer novas culturas, mesmo que fosse uma tribo de índios canibais, acabei por aceitar. Durante o tempo que vivi na tribo os índios ensinaram-me muita coisa. Ensinaram-me a fazer as minhas próprias armas com pedras e paus.  Ensinaram-me a caçar, a cozinhar, a usar o arco (como é óbvio), menos uma coisa que não me ensinaram. Foi lavar a roupa, porque eles não usavam roupa. Para além de ser uma tribo canibal eram uma tribo de nudismo. Por isso vocês já estão a ver como era a vida na tribo.

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publicado às 15:37


2 comentários

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De twilight_pr a 03.06.2017 às 19:17

Ainda me estou a rir ao pensar que é uma tribo de nudismo xDDD estou para ver como é que isso vai ser.
Estou a ver realmente a forma como ela se sente com o pai e quero ver mais sobre isso.
Agora entendo como ela sabe fazer grande parte das coisas que faz, foi lhe tudo ensinado pela tribo com quem ela agora está a viver!
Quero saber mais :D

Beijinhos ^^
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De Silver Sky a 03.06.2017 às 20:14

hahahah...obrigada pelo comentário... ainda bem que estas a gostar da historia :)

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