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Speedy - The Yellow Arrow (o início) fim

por Silver Sky, em 16.07.17

Como já  devem ter percebido esta história é sobre super-heróis. Por isso, vou usar muitas referências de super-heróis e vilões conhecidos por vocês (ou não). Só espero que gostem.

p.s. não fiz a revisão do texto, por isso, qualquer erro que encontrem, sorry.

Para o recrutamento guiei-me por uma ferramenta muito importante nestes dias modernos. O youtube. Lá encontramos de tudo. Vocês sabem como é. E foi lá que eu encontrei JennyQuick (eu não escrevi mal, o nome dela é mesmo assim, todo junto). Jenny é uma humana sobredotada, uma meta-humana (alguns de vocês deve estar familiarizados com este nome), que tem supervelocidade. Uma habilidade que com certeza daria jeito para a equipa de super-heróis que estava a formar. Por isso, eu tinha que JennyQuick na minha cruzada. Um dia fui até Central City (outra cidade ficcional, durante a história vai haver muitas cidades ficcionais) e fiz-lhe a minha proposta. Disse-lhe que se ela fosse trabalhar comigo ela iria se tornar na super-heroina que ela estava destinada a ser e não a ajudantezeca do velocista escarlate que era na sua cidade natal. Não fui preciso muito para a convencer, ela aceitou na hora. Apesar de JennyQuick pertencer a minha equipa de super-vilões, eu tinha a sensação que ainda faltava alguma coisa para completar a equipa. Tinha a agilidade (eu), a velocidade (JennyQuick) e agora precisava de músculos. E foi, então numa noite de verão em que eu estava numa festa na praia, que a encontrei, dentro da sua nave espacial caída no meio da praia. Sim estou a falar de uma alienígena. Kiera Decker, uma alienígena do planeta Krypton (adivinharam, é um planeta ficcional), com superforça, que também conseguia voar. A história de Kiera é muito simples e breve. Ela um dia teve uma enorme discussão com os pais por causa do primo. Por aquilo que eu entendi, os pais queriam que ela fosse mais como o primo. Trabalhadora, responsável e aborrecida de morte, mas Kiera só queria ser livre, independente e viver a vida a maneira dela (algo que nós as duas temos em comum, por isso, por esse motivo, Kiera subiu imediatamente na minha consideração, mesmo sem a conhecer). Basicamente Kiera queria ser ela própria e não uma cópia barata do primo (nisso apoiava 100%, cada pessoa é diferente e ponto final), por isso, agarrou na nave espacial privada dos pais e fugiu sem destinatário (confessou depois que foi uma sorte vir parar ao planeta Terra e não dentro de um buraco de minhoca). Eu disponibilizei-me imediatamente para a ajudar a integrar-se aqui, no planeta Terra, pois a verdade, é que Kiera era o elemento que faltava para completar a minha equipa, os músculos, por isso falei-lhe da minha cruzada e disse-lhe que se ela se juntasse a mim, iria fazer a diferença e poderia ser ela própria. Como é óbvio, Kiera aceitou de imediato. E, assim se formou a minha equipa: Eu (agilidade), Óscar (o cérebro), JennyQuick (velocidade), Kiera (músculos). Juntos eramos imparáveis e protegíamos as ruas de Los Angeles dos super-vilões.

- O que estás a fazer? – perguntou-me o meu irmão, aparecendo ao meu lado.

- Estou a escrever um diário sobre a minha vida de vigilante. – respondi com um sorriso, olhando para ele.

- Porquê? – Óscar olhou-me com um ar confuso.

- Porque é que fazem filmes de super-heróis, Óscares?

- Porque é fixe.

- Ora aí tens a tua resposta. Como super-heroína que sou também mereço um filme ou uma série para me homenagear, não achas?

- Se o dizes. – disse ele com um ar aborrecido, encolhendo os ombros.

- Não precisas de ficar tão entusiasmado. – disse sarcasticamente.

- Mina, sai lá do computador, eu quero verificar os meus e-mails.

- Que e-mails? Tu não tens amigos!

- Para de ser mazinha e sai!

- Está bem, está bem, super-nerd. – disse com um sorriso divertido, levantando-me da cadeira.

- Tu sabes que eu não gosto que me chames isso! – exclamou Óscar com um ar carrancudo.

- Por isso mesmo que te chamo. – disse com um sorriso trocista.

-Tu és impossível. – disse ele novamente com um ar aborrecido.

- Bem… vou dar uma volta, tenho flechas novas que precisam de ser estriadas. – fui-me embora, deixando Óscar sozinho, sentado à frente do computador.

continua...

p.s. obrigada por continuarem a acompanharem a história.

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publicado às 21:02


1 comentário

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De twilight_pr a 02.07.2017 às 21:25

Desculpa não ter comentado logo, mas já me mantive realmente ao corrente. Acho que foi realmente uma grande escolha os membros da sua equipa, realmente foram mesmo bons!
Estou a gostar bastante e tens razão quando é dito cada pessoa tem de ser ela própria!
Ansiosa para mais <3

Beijinhos <333

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